VISÃO
O Passaporte Digital Portugal Sou Eu é uma nova iniciativa em desenvolvimento que pretende reforçar a valorização das empresas aderentes ao programa.
Mais do que um selo de origem, o Passaporte Digital irá destacar as empresas que adotam boas práticas ambientais, sociais e de inovação, reconhecendo o seu compromisso com um modelo de produção mais responsável e sustentável.
Ainda em fase de implementação, esta ferramenta irá complementar o selo Portugal Sou Eu, criando uma camada adicional de reconhecimento para quem vai mais longe no impacto positivo que gera.
Reconhecer mais do que a Origem
O Passaporte Digital Portugal Sou Eu é uma nova iniciativa em desenvolvimento que pretende reforçar a valorização das empresas aderentes ao programa.
Mais do que um selo de origem, o Passaporte Digital irá destacar as empresas que adotam boas práticas ambientais, sociais e de inovação, reconhecendo o seu compromisso com um modelo de produção mais responsável e sustentável.
Ainda em fase de implementação, esta ferramenta irá complementar o selo Portugal Sou Eu, criando uma camada adicional de reconhecimento para quem vai mais longe no impacto positivo que gera.
etapas previstas
Cronograma de Implementação
- Estruturação do conceito
- Definição de critérios e áreas de avaliação
- Criação da base metodológica e técnica do Passaporte Digital
Desenvolvimento
Fase 1
- Aplicação em grupo restrito de empresas aderentes
- Validação dos critérios e ajustes com base no feedback
- Avaliação de impacto e usabilidade da ferramenta
Teste-Piloto
Fase 2
- Disponibilização oficial para todas as empresas com selo
- Abertura de candidaturas ao Passaporte Digital
- Comunicação pública e divulgação de exemplos
Lançamento Público
Fase 3
- Alargamento a novos setores e perfis empresariais
- Atualização contínua dos critérios e práticas reconhecidas
- Integração com outras dimensões do programa (ex: Rede Digital B2B)
Expansão e Monitorização
Fase 4
SUSTENTABILIDADE
Boas Práticas de Impacto Ambiental
Mais do que produzir em Portugal, importa como o fazemos. O Passaporte Digital destaca empresas que adotam medidas sustentáveis, eficientes e com impacto positivo no ambiente e na sociedade.Eficiência e Gestão de Recursos
Redução do consumo de energia, água e matérias-primas
Controlo de resíduos e reciclagem em todas as fases do processo
Adoção de embalagens reutilizáveis, recicláveis ou biodegradáveis
Controlo de resíduos e reciclagem em todas as fases do processo
Adoção de embalagens reutilizáveis, recicláveis ou biodegradáveis
Materiais Sustentáveis e Origem Responsável
Utilização de matérias-primas nacionais e/ou certificadas
Preferência por fornecedores locais e cadeias de abastecimento curtas
Substituição de materiais com forte pegada ambiental
Preferência por fornecedores locais e cadeias de abastecimento curtas
Substituição de materiais com forte pegada ambiental
Energia e Mobilidade
Uso de energia renovável (solar, eólica, biomassa, etc.)
Otimização de consumos energéticos nas instalações
Adoção de soluções de mobilidade sustentável para transporte e logística
Otimização de consumos energéticos nas instalações
Adoção de soluções de mobilidade sustentável para transporte e logística
Sensibilização e Cultura Interna
Formação de colaboradores sobre práticas ambientais
Iniciativas internas de redução de desperdício
Comunicação transparente sobre o impacto ambiental da empresa
Iniciativas internas de redução de desperdício
Comunicação transparente sobre o impacto ambiental da empresa
Exemplo Prático de Sustentabilidade
De Feitu dá nova vida a excedentes da indústria têxtil portuguesa
A De Feitu, marca nacional criada por Maria João, transforma excedentes da indústria têxtil portuguesa em peças de roupa confortáveis e intemporais, promovendo uma abordagem mais sustentável à produção.
O conceito nasceu do contacto da fundadora com o setor têxtil em Barcelos e da identificação de um desafio comum: encontrar novas utilizações para materiais que, apesar de estarem em boas condições, acabam por não ser aproveitados por não cumprirem determinados requisitos de produção.
Na De Feitu, é a própria matéria-prima que orienta o processo criativo. As características e as quantidades das malhas disponíveis determinam as peças que podem ser desenvolvidas, permitindo dar uma nova utilização a materiais já produzidos.
Lançada em junho de 2026, a marca procura, desta forma, reduzir a necessidade de recorrer a novas matérias-primas e contribuir para um uso mais eficiente dos recursos da indústria têxtil nacional.
O próprio nome reflete esta filosofia: De Feitu resulta da associação à palavra “defeito”, numa referência à capacidade de transformar materiais inicialmente considerados inadequados para determinada produção em novas oportunidades de criação.
Um exemplo de como a produção nacional pode combinar criatividade, sustentabilidade e valorização de recursos, contribuindo para a geração de valor em Portugal e para uma economia mais circular.
Fonte: Portugal Global / AICEP
O conceito nasceu do contacto da fundadora com o setor têxtil em Barcelos e da identificação de um desafio comum: encontrar novas utilizações para materiais que, apesar de estarem em boas condições, acabam por não ser aproveitados por não cumprirem determinados requisitos de produção.
Na De Feitu, é a própria matéria-prima que orienta o processo criativo. As características e as quantidades das malhas disponíveis determinam as peças que podem ser desenvolvidas, permitindo dar uma nova utilização a materiais já produzidos.
Lançada em junho de 2026, a marca procura, desta forma, reduzir a necessidade de recorrer a novas matérias-primas e contribuir para um uso mais eficiente dos recursos da indústria têxtil nacional.
O próprio nome reflete esta filosofia: De Feitu resulta da associação à palavra “defeito”, numa referência à capacidade de transformar materiais inicialmente considerados inadequados para determinada produção em novas oportunidades de criação.
Um exemplo de como a produção nacional pode combinar criatividade, sustentabilidade e valorização de recursos, contribuindo para a geração de valor em Portugal e para uma economia mais circular.
Fonte: Portugal Global / AICEP
